Não é o fim, pelo contrário, é apenas o começo.
Amigos... quem não saiu xingando - mesmo que não falando os palavrões - o Fluminense na quarta-feira?
Quem não deu a famosa "cornetada" nos zagueiros e no goleiro, Diego Cavalieri?
Quem não se decepcionou e depois gritou feito louco quando o Fluminense marcou?
Oras, são coisas normais de um torcedor.
No futebol existe tudo isso que citei acima, e também existe as derrotas e os empates. Faz parte e evitar é difícil.
Ficamos felizes quando nosso Tricolor vai ao estádio adversário e vence, mas será que os torcedores daquele time, que jogou em casa, ficam felizes? Eles fazem a mesma coisa que nós: se estressam.
É absurdamente normal tudo isso.
Porém... só porque é normal não podemos nos acomodar, pelo contrário, vamos lotar o estádio e incentivar o Fluminense a vitória.
O ingresso está caro? Sim.
Quer protestar contra isso? Vá ao jogo e grite.
Infelizmente eu fico impossibilitada de ir... não pelo preço dos ingressos, mas por assuntos pessoais da minha família. Mas como eu queria estar lá, no meio do pó-de-arroz, empurrando o Fluminense.
Talvez aqueles 15 mil de sempre que estavam no Engenhão quarta-feira tenham pensado: Acabou. Não podíamos empatar! Já era. Mas eu pensei, mesmo da minha casa, a quilômetros de distância: Ainda não é o fim.
Só acaba quando o juiz apita, e nós bem sabemos disso.
Não importa o empate. Agora é bola pra frente. O que passou, passou. E o que há de vir é ainda melhor.
A Libertadores vai sorrir pra nós, amém.
Saudações Tricolores.
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