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Ainda há esperança!


"Era dia 21 de maio de 2008. A noite era de festa. Dia de lotar o Maracanã e empurrar o Fluminense rumo a semifinal da Copa Libertadores da América. Após ter perdido por 1x0 em São Paulo, o Tricolor precisava de uma reação ou a Libertadores acabaria ali, em solo carioca, na presença da torcida. O Flu abriu o placar aos 11 minutos do primeiro tempo, com Washington, que visivelmente emocionado, correu pra torcida como se estivesse comemorando um gol na final de uma Copa do Mundo. Aos 25 minutos, do SEGUNDO tempo, Adriano marcou para o São Paulo. Era o gol que daria a classificação ao São Paulo, mais uma vez. O Fluminense, então, precisaria de dois gols para chegar até a semifinal. Foi então que começou o épico e o inacreditável. Exatamente 1 minuto após o gol são-paulino, Dodô vira o placar para o Tricolor. Parecia tudo a favor. Só parecia... Os minutos passavam, o Fluminense atacava. O São Paulo contra-atacava. Aos 45 minutos, quando os são-paulinos já se davam por classificados, Washington brigou pela bola na área e conseguiu escanteio. Aos 46, Thiago Neves cobrou o tiro de canto... exatamente na cabeça dele, Washington. O Coração Valente não se deu por vencido e subiu mais alto do que todos pra cabecear direto no ângulo de Rogério Ceni. Era o gol que ficaria em nossas memórias para sempre. Que nós contaremos aos nossos filhos, netos, bisnetos e por aí vai. Era o gol que levaria Washington a nossa galeria de ídolos. Era o gol que nos levaria a nossa primeira semifinal de Libertadores. O gol que tremeu o Maracanã, que fez todos chorarem, como Washington, que ajoelhado no gramado, abraçado pelos companheiros, não conseguiu conter a emoção. Logo depois, numa cobrança de falta próximo ao meio-campo, Richarlyson quase devolve a emoção aos são-paulinos. Emoção que parou nas mãos de Fernando Henrique. Na reposição, o juiz aponta o centro do campo, e agora, era só partir pro abraço. O Fluminense estava na semifinal, iria encarar o gigante da Bombonera. Torcida gritando em êxtase, Renato Gaúcho sentado no gramado, refletindo. O que passou na cabeça dele, naquele momento, eu não sei. Mas na minha, passou a emoção de ser Fluminense." (Jessica Hentzy)


O Fluminense jamais se dá por vencido. Nós vamos lá, e lutamos, até o fim.

Saudações Tricolores.

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